Salto de Pirapora Notícias 2017

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quarta-feira, 13 de junho de 2012

Gata do Paulistão é demitida por posar nua com a gata do Santos em frente ao estádio do Pacaembu

Gata do Paulistão é demitida por ensaio ousado


Lorena Bueri conquistou o título de Gata do Paulistão 2012 e aumentou ainda mais sua legião de admiradores. No entanto, a bela se complicou recentemente. Tudo porque a Federação Paulista de Futebol (FPF) não gostou da ousadia da moça, que posou nua com a Gata do Santos, em frente ao estádio Pacaembu para a edição da "Sexy" de julho. Lorena era apresentadora da TV FPF, que é o veículo oficial da Federação.

Antes de ser musa do Paulistão, Lorena (que é natural de Pirapora, em Minas Gerais) trabalhava como camelô e vendia marmita e salgadinhos produzidos por sua mãe. Além da mais recente polêmica, ela já havia gravado um vídeo dedicado a Neymar que deu o que falar. Você demitiria a gata? Opine!

domingo, 10 de junho de 2012

Lula abortou a mais audaz e ambiciosa conspiração política do Brasil

Lula abortou golpe de Demóstenes contra governo Dilma
Segundo o veículo de comunicação goiano DM, Lula teria abortado um golpe, cuidadosamente articulado pelo senador Demóstenes Torres e o bicheiro Carlinhos Cachoeira, contra o governo da presidenta Dilma Rousseff. Embora o artigo não apresente provas do envolvimento do ex-presidente com a questão, vale a pena lê-lo para conhecer mais dos objetivos do ambicioso senador. Segue abaixo a íntegra do texto. Lula aborta o golpe

Cai a mais audaz e ambiciosa conspiração política do Brasil
Nos bastidores da Operação Monte Carlo, deflagrada pela Polícia Federal, o senador Demóstenes Torres (ex-DEM) e o empresário de jogos de azar Carlos Augusto de Almeida Ramos, o Carlinhos Cachoeira, gestavam uma estratégia que passou ao largo das investigações: pavimentar a candidatura do parlamentar para o Palácio do Planalto em 2014.

A meta de Demóstenes e Cachoeira era construir uma teia de relações políticas e uma estrutura financeira que viabilizassem a candidatura à sucessão da presidenta Dilma Rousseff. Segundo políticos e interlocutores do senador, o projeto foi a senha para o desencadeamento da operação policial e a entrada do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva nas articulações, com vistas a abortar a estratégia.

Como se viu, a articulação política de Demóstenes e Cachoeira foi marcada por tentativas como, por exemplo, a discussão sobre a troca de partidos, daí as conversas sobre a saída do senador no DEM e o ingresso no PMDB. Na prática, o próprio movimento para a entrada do ex-democrata no ninho peemedebista e, portanto, na base aliada da presidenta Dilma, naufragou quando o PT e o Planalto perceberam a relação de Demóstenes com o contraventor.

O escorregão inesperado no caminho para a rampa do Planalto

A estratégia do senador e Cachoeira, segundo esses mesmos políticos e interlocutores, fica clara em trechos das gravações em que, a despeito de exaltarem suposta proximidade com o governo de Goiás, eles criticam o governador Marconi Perillo e reclamam de planos frustrados para a administração estadual.

“O maior sonho do Demóstenes sempre foi pavimentar a candidatura nacional e subir a rampa do Planalto, por isso ele foi tão longe na defesa da bandeira da ética e encampou tantas propostas polêmicas na área de segurança pública e peitou caciques como (José) Sarney (PMDB-AP) e Renan (Calheiros, PMDB-AL)”, diz um amigo do senador.

O senador goiano foi longe em seu intento. Reeleito senador pelo Estado, o nome de Demóstenes entrou novamente, e com mais força, na bolsa de cotações para uma eventual candidatura de vice na chapa do PSDB ao Planalto. Nos momentos de estremecimento entre tucanos e democratas, o nome do senador goiano era citado até mesmo como alternativa para uma candidatura própria. Daí a profunda mágoa e a rápida reação dos líderes democratas em expulsá-lo do partido quando as denúncias contra ele e Cachoeira vieram à tona.

A princípio, a percepção era de que Demóstenes visava uma candidatura ao governo de Goiás em 2014, apresentando-se como uma alternativa ao PMDB e ao PSDB goianos. Mas o projeto, segundo interlocutores, sempre foi a Presidência da República.

“Demóstenes dizia que, para garantir a candidatura à presidência, ele precisava marcar o debate nacional com um discurso mais elaborado e convincente do que dos seus opositores. Ele encontrou no debate sobre a ética na política a ponte perfeita para encurtar esse caminho até o Planalto”, diz outra fonte, que também preferiu não se identificar. Aliás, segundo esse interlocutor, o projeto de Demóstenes para o Planalto nunca levou a aliança com o PSDB goiano em consideração. Era uma carreira solo entre Demóstenes e Cachoeira.

Na esteira do debate político estava ético, o lastro financeiro era Cachoeira e sua rede de contatos no Estado e no cenário nacional. O empresário de jogos de azar foi o primeiro, segundo interlocutores do senador, a abraçar a proposta e se apresentar como colaborador na área financeira.

“O Cachoeira ficava imaginando os negócios que poderia fechar se tivesse nas mãos a fatura de uma corrida vitoriosa para a Presidência da República”, diz outro interlocutor.

“Nascia ali um PC Farias com muito mais bala na agulha”, comenta a fonte, em referência ao pivô da crise política que levou ao impeachment do então presidente Fernando Collor de Mello.

O cenário favorável no figurino do paladino e no armário da corrupção

O cenário para a consagração de Demóstenes era perfeito. O político surgiu para o Brasil nas asas de uma carreira incontestável no Ministério Público, de onde foi catapultado para a Secretaria de Segurança Pública. Aí, o xerifão mais uma vez ganhou as manchetes da imprensa com a atuação para desvendar o sequestro de Welington Camargo, irmão da dupla sertaneja Zezé e Luciano. A fama de durão e incorruptível pavimentou o caminho para duas eleições consagradoras para o Senado.

Com o discurso de paladino da moralidade na ponta da língua na tribuna do Senado, temperado com frases espirituosas e inteligentes, Demóstenes logo virou o queridinho da imprensa nacional. Não custou muito para ganhar as páginas da Veja como o mosqueteiro da ética. Pilotando este marketing de Catão, surfou fácil nas ondas da maré anticorrupção que inunda o País.

Não poderia ser um nome melhor para enfrentar o petismo atolado até a garganta com denúncias de corrupção, entre elas o mensalão e a demissão de oito ministros do governo Dilma. Demóstenes, sem dúvida, despontava como o Dom Quixote brasileiro que lutava contra os moinhos verdadeiros da corrupção nacional, tendo como fiel escudeiro o empresário Carlinhos Cachoeira.

Isso deixou Lula angustiado, pois certamente colocaria fim ao domínio petista no País, que se aproxima de 16 anos e caminha tranquilo para uma hegemonia de 20 anos. O senador goiano poderia ser o homem que dispararia o tiro de misericórdia no lulismo. Lula, porém, teve a competência de enxergar a ameaça e abrir fogo contra o inimigo, agora desmascarado em todo o Brasil, depois de reveladas as estrepolias demostenianas.

A operação era ousada, mas se comprova pela rede montada pela dupla em todo o Brasil que se estendia em todo o tecido dos três poderes. Para isso, não titubearam em mexer e usar todas as peças do tabuleiro, incluindo gente do Executivo, Judiciário e do Legislativo, em todas as esferas.

Tanto é que quando o escândalo explodiu, o Senado solidarizou-se de imediato com Demóstenes. Mas, em seguida, o DEM o expulsou e agora até mesmo o PMDB de Iris Rezende, acostumado a abrigar em suas fileiras políticos com vasto currículo de malfeitos, o rejeitou.

Tudo foi pelos ares, porém, pela astúcia do ex-presidente Lula, que, mesmo abatido pelo câncer, não perdeu o faro e a visão que o tornaram o maior político do Brasil.

E o cenário dos Moinhos de Ventos de La Mancha (da corrupção) terminou com dois Sancho Pança, personificados em Demóstenes Torres e Carlos Cachoeira como as tristes figuras do épico de Cervantes.

Fonte: DM.com.br/Portal Vermelho

O julgamento do “mensalão”

Os ministros do STF marcam data para inicio do julgamento do "Mensalão"
O “mensalão” foi uma ferramenta para sangrar o mandato do presidente Lula em 2005 e 2006; agora, com a oposição em dificuldades, aparece como um soro para reanimar a direita e os conservadores.

Há um dito futebolístico segundo o qual time que está mal no jogo comemora até escanteio. A reação da mídia conservadora ante a perspectiva do início do julgamento do chamado “mensalão” enquadra-se nesse figurino: um notório serviçal dos barões da mídia comemorou, na manhã desta quarta feira, não o eventual resultado daquele julgamento - que confessa não imaginar qual será - mas a marcação da data do julgamento! É uma derrota para Lula e José Dirceu, disse o blogueiro da revista Veja Reinaldo Azevedo num comentário publicado nesta quinta-feira.

Dia 6 o Supremo Tribunal Federal definiu a data para o inicio do julgamento do processo: 1º de agosto. Isso foi possível depois de ter sido definido o rito do julgamento e depois da garantia do ministro Ricardo Lewandowski, revisor do processo, de que entregará seu voto em junho.

A primeira etapa do julgamento terá sessões nos dias úteis, até 14 de agosto (com exceção do dia 3 de agosto), nas quais serão apresentados o relatório que resume o caso e as alegações do Ministério Público e dos advogados de defesa dos 38 acusados. A segunda fase terá os votos dos ministros; as sessões ocorrerão apenas nas segundas, quartas e quintas, começando às 14 horas mas sem previsão do horário de encerramento pois seguirão o ritmo do voto de cada ministro. Embora não haja previsão de data para o final do julgamento, muitos acreditam que ele irá até o final de setembro.

O assanhamento da imprensa conservadora e da oposição de direita e neoliberal centrada no PSDB é compreensível. No momento em que o PSDB está sangrando, como reconheceu um importante cacique tucano, o senador paranaense Álvaro Dias, um “escanteio” vem mesmo bem a calhar. Ele abre a perspectiva de um espetáculo midiático para, esperam os tucanos e a oposição conservadora, ajudar a afastar o foco que recai sobre as graves acusações que envolvem destacados políticos de seu campo numa CPI, a do Cachoeira, que pode - ela sim - desvendar e punir vínculos entre criminosos, a mídia conservadora, e dirigentes e mandatários políticos do campo conservador.

O julgamento do chamado “mensalão”, esta farsa montada pelo conluio entre políticos da direita e a imprensa conservadora, poderá dominar a pauta midiática nos próximos meses. O “mensalão” foi, em sua origem, instrumento da “tática do cangaceiro” com que o PSDB e seus comparsas quiseram sangrar até a morte o governo do presidente Luis Inácio Lula da Silva. Não deu certo. Não provocou - nem podia - o clamor popular que a direita imaginava, como sempre, poder repetir naquele episódio a atuação moralista hipócrita que havia marcado outros momentos da República, como o “mar de lama” que levou ao suicídio de Getúlio Vargas em 1954, ou a campanha contra as reformas de base de João Goulart, que levou ao golpe de estado de 1964.

O “mensalão” foi uma ferramenta política contra Lula, os partidos que apoiam seu projeto de mudança, e contra as transformações que o Brasil começava a viver. O apelido publicitário surgiu exatamente há sete anos, quando - em 6 de junho de 2005 - Roberto Jefferson, que era deputado do PTB, cunhou, em entrevista à Folha de S. Paulo, a expressão “mensalão” e acusou o governo Lula de desviar dinheiro público para o pagamento mensal de parlamentares que se alinhassem à base do governo.

A alegação ganhou força embora nunca tenha sido provada ou demonstrada a existência dos tais pagamentos mensais.

O que foi demonstrado e provado judicialmente atinge exatamente o campo direitista e neoliberal. Na véspera do anúncio do STF, do início do julgamento do chamado “mensalão”, a Justiça de Brasília proferiu a sentença que condenou (dia 5) a ex-deputada distrital Eurides Brito (PMDB) por improbidade administrativa e a devolver cerca de R$ 3,5 milhões desviados dos cofres públicos. Ela foi denunciada pela operação Caixa de Pandora, da Polícia Federal, que investigou o pagamento de propina a deputados aliados ao então governador do Distrito Federal, José Roberto Arruda (DEM), no escândalo conhecido como mensalão do DEM. Ela foi condenada por ter recebido, entre 2006 e 2009, 31 parcelas mensais de 20 mil reais para apoiar o então governador tucano, uma mesada. A ex-deputada teve também seus direitos políticos cassados por dez anos.

Outro golpe severo contra a oposição de direita foi a condenação (dia 5), também às vésperas do anúncio pelo STF do início do julgamento do “mensalão”, do ex-prefeito do Rio de Janeiro, o destacado cacique do DEM César Maia, juntamente com ex-diretores Empresa Municipal de Urbanização (Rio Urbe). Todos por improbidade administrativa. Tiveram seus direitos políticos suspensos por cinco anos e foram condenados a devolver o dinheiro empregado ilicitamente.

A mídia conservadora e a direita neoliberal vão fazer de tudo para transformar o “escanteio” em gol nos meses que antecedem a eleição para prefeitos e vereadores. O “mensalão” serve agora não para sangrar um presidente como tentaram fazer com Lula em 2005 e 2006; serve de soro para um doente combalido que enfrenta o voto popular em condições difíceis.

José Carlos Ruy - No Vermelho


GloboNews edita entrevista de Gilmar Mendes e esconde declaração principal


Assista aos vídeos abaixo.

Repare que a frase pronunciada por Gilmar Mendes no primeiro vídeo, foi cortada na edição do segundo.


quarta-feira, 6 de junho de 2012

Peixaria San Diego agora em novo endereço em Salto de Pirapora

A PEIXARIA SAN DIEGO é uma boa escolha para quem deseja apreciar uma cervejinha gelada acompanhada de um bom tira-gosto. Aberto desde 2010 em Salto de Pirapora, o estabelecimento conta com uma enorme variedade de peixes, camarão e outras especialidades. As especialidades da casa são: Porções de peixe empanado, espetinho de camarão, a Tilápia e a Traíra.

Endereço: Avenida Vicente Leme dos Santos, 611 - Jardim Ana Guilherme, Salto de Pirapora - SP

Telefone Disk entrega:
(15) 3492-2485

Veja todas as fotos do álbum clicando aqui!

sábado, 2 de junho de 2012

Pesqueiro do Tonhão - Lanchonete e Restaurante em Salto de Pirapora

Pescaria feliz é no Pesqueiro do Tonhão
Localizada em Salto de Pirapora. Perto de São Paulo, a maior metrópole da América  Latina.
E tem muito mais para sua família

Venha pescar! E traga a sua família, seus amigos, ou quem você ama para saborear uma deliciosa comida caseira em nosso restaurante. Além de lanches preparados com os mais seletos ingredientes de nossa região.

Sua família merece este presente! Venha para o mais conhecido pesqueiro de Salto de Pirapora.

Rodovia Francisco José Ayub, Km 129 - Bairro da Ilha
De Segunda a Segunda - Horário: Dás 08h ás 19h 
Fone: (15) 3292.8132
Almoço todos os dias!
 
  

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sexta-feira, 1 de junho de 2012

Lula: 'Não permitirei que um tucano volte a presidir o Brasil'

O ex-presidente Lula foi entrevistado pelo apresentador Ratinho em seu programa no SBT
O ex-presidente Lula e o apresentador Ratinho durante entrevista no SBT - Foto:AE
O ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva admitiu nesta quinta-feira pela primeira vez que pode voltar a se candidatar à presidência. Lula disse no Programa do Ratinho, do SBT, que entra na disputa caso a presidenta Dilma Rousseff desista da reeleição com o objetivo de evitar a volta do PSDB ao governo.

“A única hipótese de eu voltar a me candidatar é se ela não quiser. Não vou permitir que um tucano volte a presidir o Brasil”, disse Lula. O programa ficou em segundo lugar na audiência com 8 pontos. Cada ponto equivale a 60 mil residências na grande São Paulo.


A primeira entrevista de Lula depois de diagnosticado o câncer na laringe em outubro do ano passado também serviu de palanque para o candidato do PT à prefeitura de São Paulo, Fernando Haddad. O ex-ministro da Educação, empacado em 3% nas pesquisas de opinião, foi mostrado duas vezes, identificado como candidato de Lula, convidado a sentar à mesa de entrevista e alvo de fartos elogios.

A produção do programa chegou a preparar um vídeo sobre o Pro-Uni com direito a personagens e cenas melodramáticas.

Haddad aproveitou o palanque para enumerar suas realizações no MEC e criticar a política de saúde da prefeitura. Lula também não poupou elogios ao pupilo. “O Haddad vai entrar para a história do Brasil como o ministro que criou o Pro-Uni”, disse o ex-presidente.

A pedido de Ratinho, Lula justificou o fato de ter escolhido um nome novo para concorrer. “O prefeito de São Paulo quando começa a nascer qualquer que seja já nasce um pouco velho”, afirmou.

Além de Haddad, Lula chegou ao SBT acompanhado do prefeito de São Bernardo, Luiz Marinho, do deputado Ratinho Jr. (PSC-PR), do vereador José Américo e assessores.

Desde o início do programa Ratinho avisou que não faria perguntas incômodas ao ex-presidente. “Ele não é mais presidente da República e não tem que ser cobrado por nada. Vamos falar da saúde, da recuperação, de política e desse timeco do Corinthians”, avisou. Pouco depois, ao pedir que os telespectadores enviassem perguntas pela internet, Ratinho foi ainda mais explícito.

“Aí começa todo mundo a mandar email com perguntinha besta mas eu não entro nessa. Vou conversar com o meu amigo Lula”, disse o apresentador. “Se for pergunta boa eu faço. Pergunta ruim não faço”, completou.

Quando faltava um minuto para o final do programa Ratinho citou o episódio com o ministro do Supremo Tribunal Federal Gilmar Mendes. “Eu nem ia perguntar sobre essa história do Gilmar Mendes porque o povão não entende muito”, disse o apresentador.

"Não tenho interesse em falar nisso. Quem inventou que prove a história. Quem acreditou nela que continue provando. O tempo se encarrega de arrumar as coisas", afirmou Lula

Ao longo de 44 minutos o ex-presidente foi alvo de elogios e teve o microfone à disposição para, com a voz fraca, atacar os adversários. Ao justificar as falhas no sistema de saúde pública, Lula acusou a oposição de acabar com a CPMF por vingança.

“Eles (adversários) não perceberam que não me prejudicaram mas prejudicaram o povo pobre. Por vingança me tiraram a CPMF que era imposto de rico”, afirmou.

Além de fazer política, Lula falou da vida fora da presidência e do tratamento contra o câncer na laringe. “Quando cheguei em São Bernardo o general (Gonçalves Dias, chefe da segurança) disse que depois de três dias vinham buscar os carros e os telefones. Lá pelas tantas meu filho disse que ia pedir um carro para ir embora e não tinha mais carro, o telefone não funcionava mais”, disse. “No dia seguinte estávamos eu e a Marisa sentados olhando um para a cara do outro sem saber o que fazer”, completou.

Sobre o câncer Lula falou das dificuldades do tratamento, da dor e de sua nova rotina. Apesar do assunto delicado, Lula mostrou bom humor ao comentar o terno que estava usando. “Eu brinquei com o Ratinho que este terno aqui comprei quando estava internado no hospital me preparando para por no caixão. Porque com terno velho eu não iria”, disse.

Fonte:  iG São Paulo

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